Grupos

 

Música Barroca e Representação

Orquestra Sinfônica da Escola de Música

Coro de Câmara da Escola de Música da UFMG

Gerais Big Band

Banda Sinfônica da Escola de Música da UFMG

Grupo de Percussão da Escola de Música da UFMG





 

 

 

 

 

Gerais Big Band

O grupo foi formado a partir de iniciativa do prof. Paulo Lacerda em 1992. Atualmente faz parte da atividade de Grandes Grupos Instrumentais (GGI), atividade esta obrigatória para o Bacharelado de Instrumentos e Música Popular, sendo optativa para os outros percursos como a Licenciatura e Musicoterapia.
A atuação da “Gerais Big Band” tem relevante papel na formação dos alunos da Escola de Música da UFMG, desenvolvendo rotinas que aproximam a vida acadêmica da vida profissional, além de ser um importante local para a pesquisa em arranjo, orquestração e composição na área de Música Popular. Configura-se também um eficiente instrumento de extensão na medida que leva a produção artística e acadêmica da Escola de Música à comunidade em geral.

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Coordenador : Marcos Albricker
Endereço:
Escola de Música
Universidade Federal de Minas Gerais
Av. Antônio Carlos, 6627, - Campus Pampulha
31270 - 010 - Belo Horizonte - MG
Tel.: 0(xx) (31) 3409-4715 (Cenex)
Fax: 0(xx) (31) 3409-4720
E-mail: marcobigband@gmail.com

Descrição:

As primeiras formações de grupos musicais instrumentais no gênero ocorreram no início do século XX nos Estados Unidos da América. Neste movimento, os negros americanos, em seu esforço pela liberação do domínio escravo, utilizaram a linguagem musical como forma de expressão, desenvolvendo nos instrumentos ocidentais como trompete, trombone, saxofone, originários das bandas militares, uma música de inspiração ancestral em sua essência africana, o que veio a ser o Blues, que daria origem ao Jazz e posteriormente ao Rock.
Estes grupos desenvolveram-se e ampliaram-se, chegando à atual formação característica de Big Band, cuja composição mais comum inclui naipes de saxofones, trombones, trompetes aliados a uma seção rítmica com piano, baixo, bateria e guitarra. No período que se seguiu após a segunda grande guerra esta formação experimentou uma grande difusão em todo o mundo. Não obstante, processo similar de formação se deu em outras diásporas, como no Caribe e no Brasil, ensejando variações desta mesma formação. Por esta via se deu a inclusão de um set de percussão muito maior para a música caribenha e brasileira, assim como a introdução de um naipe das madeiras com flautas e clarinetes.